Meu amigo visitante é um grande prazer recebê-lo ao visitar os meus trabalhos de Poesia, Poemas e Contos. Aqui além de ler os meus trabalhos você poderá ler também os de meus companheiros poetas e escritores
Autobiografia
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Poeta e Escritor.
E é assim que quero ser chamado.
Se não me aceita como Poeta ou Escritor então sou nada.
Sal insípido ou açúcar que não adoça, prefiro ser chamado de nada.
Não sou Bacharel em Letras, Doutor na Língua Portuguesa, mas sou Escritor, não menosprezo a formação acadêmica, sei que me ajudaria muito na área Literária.
Sou Escritor porque tenho a dádiva nata, ela explode, expurga coisas que não posso dominar.
Isto me chama a profecia desbocada, a rebeldia e as paixões da Literatura.
Agora falando modestamente, nasci para ser ladrão de letras, colocando e as tirando para formar as frases e parágrafos às vezes rimados.
Minhas obras não são acabadas, estão em transe enquanto eu viver.
Sei que a letra mata, porém quando as palavras vão sendo depositadas na minha meditação elas sublimam pelas veias e todos os poros.
Então começo a explodir, plainar sobre os astros, estou livre e posso voar...
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Desafios aos vaga-lumes que sonham...
Há quanto tempo tolo fui...
quantas vezes, eu perdido a olhar as estrelas.
Sem pensar que seus brilhos pudessem decepar, fazer vagar
eu perdido entre os astros vagabundos do espaço...
Sem laço, dono, pousada, morada...
feitos para iludir os tolos na esperança de luz.
São escuros, frios, solitários e decadentes.
Feito para as mariposas, os ébrios, e
poetas malucos e errantes que clamam.
Ah! Vida que te quero! Suspirar, apaixonar!
Porque me enganas, fere-me, ilude-me como os
Vaga-lumes, tanajuras, borboletas e rosas,
Que nascem belas nas manhãs e a tarde são defloradas.
Porque me enganam vidas a iludir-me,
depois a fazer recuar na terra.
Junto com as megeras, animais e besta
engana-me e mentem e sou desvairado por ti..
Quantos mistérios, neste palco onde o palhaço,
morre enganado. Desprezado as mínguas...
comido por bichos, recua na boca dos porões da terra
quero viver mais, mesmo nesta sinfonia maluca.
Quero, almejo viver mais.
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Página Inicial atualizada em 27/7/2008 ás 21h53min
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